Por que o futuro do setor fitness está na visão de longo prazo?
Destaque do executivo: Jim Pisani
Jim Pisani já viu o setor fitness passar por mudanças mais de uma vez. Novas filosofias de treinamento, novas tecnologias e novos modelos de negócios. Cada onda promete redefinir o que está por vir.
O que parece diferente hoje, diz ele, não é apenas a inovação. É a velocidade e a complexidade com que os operadores precisam lidar.
Como CEO da Life Fitness / Hammer Strength, Jim dedica muito tempo a olhar para o futuro. Mas sua filosofia de liderança está enraizada em algo aparentemente simples: o que realmente resiste ao passar do tempo.
“Qualquer um pode ter um grande momento de lançamento”, diz ele. “O que importa é o que ainda funciona daqui a cinco, dez, quinze anos.”
Para Jim, o crescimento sustentável no setor fitness não se baseia em moda. Ele se baseia na consistência, na confiabilidade e em parcerias que se aprofundam e geram resultados.
O desgaste diário dos equipamentos sob pressão constante. As expectativas cada vez maiores dos membros. As realidades operacionais que as equipes de manutenção enfrentam quando algo precisa de atenção — imediatamente.
“Uma verdadeira parceria se manifesta na realidade cotidiana de uma instalação”, diz Jim. “A consistência ao longo do tempo é mais importante para nossos clientes do que um único momento.”
Para ele, parceria significa equipamentos que funcionam de forma confiável, equipes de atendimento que respondem rapidamente e insights que ajudam os operadores a entender como seus equipamentos estão realmente sendo utilizados. Não se trata apenas de instalar equipamentos. Trata-se de apoiar o ecossistema de desempenho, de forma contínua.
“É nos equipamentos físicos que se constrói a confiança e o esforço se transforma em progresso”, afirma ele. “Quando o equipamento parece intuitivo e biomecanicamente adequado, as pessoas deixam de pensar na máquina e se concentram em seus movimentos.”
Na melhor das hipóteses, o equipamento se torna quase invisível, auxiliando os usuários sem distraí-los. É por isso que Jim acredita que o design de hardware centrado no ser humano continua sendo fundamental. Se a experiência física não for adequada, tudo o que se sobrepõe a ela fica comprometido.
Hoje, os membros esperam ter visibilidade do seu progresso, personalização e conexão que vão além do próprio treino. As ferramentas digitais tornam isso possível. Mas Jim vê o papel delas como complementar, e não substitutivo.
“O digital não substitui um bom equipamento; ele amplia seu impacto”, afirma ele. “Quando integrado de forma bem pensada, promove a responsabilização, a personalização e a conexão entre as sessões.”
Na opinião dele, as instalações de maior sucesso não estão escolhendo entre o físico e o digital. Elas estão integrando ambos de maneiras que parecem naturais, significativas e humanas.
“Hoje em dia, gastar de forma inteligente não tem tanto a ver com o menor custo inicial, mas sim com o desempenho a longo prazo”, afirma ele. “O retorno sobre a compra evoluiu para o retorno sobre o desempenho. E o desempenho é medido ao longo de anos, não de meses.”
Durabilidade, tempo de atividade, agilidade no atendimento e adaptabilidade: esses são resultados comerciais. Para Jim, as decisões relacionadas a equipamentos são decisões estratégicas que moldam a experiência dos associados e a eficiência operacional ao longo do tempo.
Inovação e confiabilidade. Integração digital e excelência em hardware. Rapidez e execução meticulosa.
“Nossos clientes confiam em nós para ajudá-los a distinguir quais inovações valem a pena integrar e quais são apenas distrações”, afirma ele. “Se fizermos isso bem, o sucesso não será definido por um único lançamento. Ele se refletirá em instalações com desempenho consistente, membros que permanecem engajados e parcerias duradouras.”
Para Jim, o futuro do setor fitness não se resume a escolher entre o físico e o digital, entre o produto e a plataforma. Trata-se de integrar ambos em benefício das pessoas e de projetar com uma visão de longo prazo.
O que parece diferente hoje, diz ele, não é apenas a inovação. É a velocidade e a complexidade com que os operadores precisam lidar.
Como CEO da Life Fitness / Hammer Strength, Jim dedica muito tempo a olhar para o futuro. Mas sua filosofia de liderança está enraizada em algo aparentemente simples: o que realmente resiste ao passar do tempo.
“Qualquer um pode ter um grande momento de lançamento”, diz ele. “O que importa é o que ainda funciona daqui a cinco, dez, quinze anos.”
Para Jim, o crescimento sustentável no setor fitness não se baseia em moda. Ele se baseia na consistência, na confiabilidade e em parcerias que se aprofundam e geram resultados.
A parceria se constrói no dia a dia
Jim não define parceria por marcos importantes, como a inauguração de novos clubes ou a reforma de andares. Ele a define pelo que acontece nos anos que se seguem.O desgaste diário dos equipamentos sob pressão constante. As expectativas cada vez maiores dos membros. As realidades operacionais que as equipes de manutenção enfrentam quando algo precisa de atenção — imediatamente.
“Uma verdadeira parceria se manifesta na realidade cotidiana de uma instalação”, diz Jim. “A consistência ao longo do tempo é mais importante para nossos clientes do que um único momento.”
Para ele, parceria significa equipamentos que funcionam de forma confiável, equipes de atendimento que respondem rapidamente e insights que ajudam os operadores a entender como seus equipamentos estão realmente sendo utilizados. Não se trata apenas de instalar equipamentos. Trata-se de apoiar o ecossistema de desempenho, de forma contínua.
A sensação que o equipamento transmite ainda é importante
Apesar do surgimento de plataformas conectadas e ecossistemas digitais, Jim tem clareza sobre onde começa a experiência fitness: na academia.“É nos equipamentos físicos que se constrói a confiança e o esforço se transforma em progresso”, afirma ele. “Quando o equipamento parece intuitivo e biomecanicamente adequado, as pessoas deixam de pensar na máquina e se concentram em seus movimentos.”
Na melhor das hipóteses, o equipamento se torna quase invisível, auxiliando os usuários sem distraí-los. É por isso que Jim acredita que o design de hardware centrado no ser humano continua sendo fundamental. Se a experiência física não for adequada, tudo o que se sobrepõe a ela fica comprometido.
O digital como uma extensão da experiência
Jim não é cético em relação às ferramentas digitais. Ele adota uma abordagem estratégica em relação a elas.Hoje, os membros esperam ter visibilidade do seu progresso, personalização e conexão que vão além do próprio treino. As ferramentas digitais tornam isso possível. Mas Jim vê o papel delas como complementar, e não substitutivo.
“O digital não substitui um bom equipamento; ele amplia seu impacto”, afirma ele. “Quando integrado de forma bem pensada, promove a responsabilização, a personalização e a conexão entre as sessões.”
Na opinião dele, as instalações de maior sucesso não estão escolhendo entre o físico e o digital. Elas estão integrando ambos de maneiras que parecem naturais, significativas e humanas.
Do retorno sobre a compra ao retorno sobre o desempenho
Atualmente, os operadores estão lidando com os desafios relacionados à mão de obra, ao aumento dos custos e às expectativas cada vez maiores dos associados. Jim acredita que a forma como os investimentos são avaliados mudou radicalmente.“Hoje em dia, gastar de forma inteligente não tem tanto a ver com o menor custo inicial, mas sim com o desempenho a longo prazo”, afirma ele. “O retorno sobre a compra evoluiu para o retorno sobre o desempenho. E o desempenho é medido ao longo de anos, não de meses.”
Durabilidade, tempo de atividade, agilidade no atendimento e adaptabilidade: esses são resultados comerciais. Para Jim, as decisões relacionadas a equipamentos são decisões estratégicas que moldam a experiência dos associados e a eficiência operacional ao longo do tempo.
Liderar com equilíbrio
Ao longo dos anos, uma lição ficou gravada na mente de Jim: o crescimento sustentável exige equilíbrio.Inovação e confiabilidade. Integração digital e excelência em hardware. Rapidez e execução meticulosa.
“Nossos clientes confiam em nós para ajudá-los a distinguir quais inovações valem a pena integrar e quais são apenas distrações”, afirma ele. “Se fizermos isso bem, o sucesso não será definido por um único lançamento. Ele se refletirá em instalações com desempenho consistente, membros que permanecem engajados e parcerias duradouras.”
Para Jim, o futuro do setor fitness não se resume a escolher entre o físico e o digital, entre o produto e a plataforma. Trata-se de integrar ambos em benefício das pessoas e de projetar com uma visão de longo prazo.